Recebendo pagamentos internacionais pelo seu próprio banco [DevPleno]

Esse é o segundo post da conversa entre o Mauricio Carvalho (CTO da Husky) e o Tulio Faria do canal DevPleno, para esclarecer dúvidas sobre como receber do exterior.

No primeiro post eles identificaram o momento em que um profissional que recebe pagamentos internacionais deve começar a se preocupar e organizar melhor esses pagamentos.

Nesse segundo post, esclarecem como funciona, na prática, quando você recebe pagamentos usando o seu próprio banco (aquele onde você tem conta corrente).

Banco: a opção mais óbvia (e ingênua)

Quando você precisa receber um pagamento do exterior no Brasil, qual é a primeira opção que vem na sua cabeça?

O banco onde você tem uma conta corrente, que você movimenta, onde fica o seu dinheiro. Com essa resposta, o caminho mais óbvio seria falar com o gerente do seu banco, e entender como você faz para receber um pagamento do exterior com eles, na sua conta corrente.

Essa é a opção mais óbvia, mais inocente, e a que tem o final menos feliz.

 

Mas o que pode dar errado? Well…

O que não faltam são causos, e na Husky nós já ouvimos muitos deles, além de termos vivido isso nós mesmos antes da Husky.

O Mauricio, em seu primeiro trabalho remoto, foi na agência do banco conversar com o gerente (cidade de cerca de 300 mil habitantes) e ouviu dele que ele era “a primeira pessoa, em 6 anos, que me pergunta sobre isso. Vamos ligar pra central do banco na capital, porque alguém deve entender disso aí (câmbio)”. Falaram com o especialista do banco, e oito horas depois, já com a agência fechada, conseguiram os dados bancários.

Já na hora em que o pagamento chega, a experiência é a mesma de quando você faz uma compra internacional com o cartão de crédito: a cotação do dólar é abusiva e você não tem alternativa pra negociar.

Um dos problemas mais comuns dos grandes bancos é ter pagamentos “desaparecidos” por semanas, ou até meses (no kidding!) por causa do roteamento interno dos bancos, ou por vir faltando algum dado bancário. E aí o seu pagamento perde prioridade para uma empresa que está vendendo milhões de reais em exportação.

O profissional, no Brasil, fica no limbo. A empresa lá fora fala que já pagou, o profissional já saiu do emprego anterior, está contando com o dinheiro , e o banco não sabe onde está o pagamento. Você cobra o novo chefe? Briga com o gerente, que não tem conhecimento do processo (e muitas vezes não está ligando muito)? A tensão toma conta, porque você tem conta pra pagar.

Um outro problema comum é que o pagamento não é automático. Muitas vezes o pagamento chega, mas ele fica retido no banco, e é necessário ir até a agência para liberar. O gerente não sabe, ou não te avisa que você precisa ir até lá, e com issos os dias vão passando.

E se você estiver fora do país, viajando? E se você for um nômade digital? #comofas

A maioria dos bancos não utiliza técnicas mais avançadas para esse tipo de liberação, como certificado digital ou assinaturas eletrônicas, ou termos de uso.

Nesse sentido, a Husky além de aplicar todas esses recursos, garante junto aos seus bancos parceiros, que os seus clientes vão ter tratamento VIP sempre.

 

Mas tem mais…

Faltou falar delas: as taxas. Confira no próximo post da séria![vc_video link=”https://www.youtube.com/watch?v=sBSzpkgsToA” align=”center”]A Husky é uma plataforma que facilita pagamentos internacionais do exterior para o Brasil, e que já processou mais de 5000 (cinco mil) pagamentos, totalizando mais de $35,000,000 (trinta e cinco milhões de reais), até Julho de 2018.

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